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Artigo originalmente publicado na revista Volta ao
Supremo [Back to Godhead] – Fundada por Srila Prabhupada
no ano de 1944
Levando a Liberação a Sério
- por Sua Divina Graça A. C.
Bhaktivedanta Swami Prabhupada
[Aula proferida em
Vrndavana, Índia, em 6 de novembro de 1972]
mumukshavo ghora-rupan
hitva bhuta-patin atha
narayana-kalah shanta
bhajanti hy anasuyavah
“Aqueles que são
sérios quanto à liberação
certamente não são invejosos, e eles
respeitam a todos. Mesmo assim eles rejeitam a horrível
e repugnante forma dos semideuses e adoram unicamente
a forma plenamente bem-aventurada do Senhor Visnu
e Suas porções plenárias”. –
Srimad-bhagavatam 1.2.26
A primeira palavra,
mumukshavah, significa “desejando ser liberado”. É
muito difícil encontrar essa classe de homens,
os mumukshavah. As pessoas não sabem o significado
de mumukshavah. Elas não sabem o que é
a liberação. Mesmo os assim-chamados
cientistas e filósofos da era moderna não
sabem o significado de liberação, moksha.
E mesmo assim eles são os formadores de opinião
da massa e a elite da educação. Eles
não sabem o objetivo da vida, a que a vida
humana se destina.
Uma vez, no ano de
1950 ou ’51, eu fui para Jhansi, e o amigo em cuja
casa eu estava ficando era um líder. Havia
um encontro pelo dia do desaparecimento de Gandhi,
e eu fui convidado a palestrar. Naquela época
eu não era sannyasi. Eu fui convidado a palestrar
sobre o tema não-violência. Então
eu expliquei que se você tem algum direito e
alguém, através de algum tipo de força,
impede você de estar dentro de seu direito,
isto é violência. Eu tenho o direito
de ter algo ou de entrar em algum lugar, e alguém
me impede – “Você não pode entrar” –
isso é violência, e é crime.
Nossa terra natal
é Bharatavarsha [Índia]. Nascer em Bharatavarsha
não é algo comum. Vejam quantos homens
estão automaticamente circuambulando este templo
por respeito. Mesmo um homem comum o fará.
Se você fizer um estudo, você verá
que, por natureza, as pessoas em Bharatavarsha são
conscientes de Deus. Mesmo um homem muito pobre está
satisfeito em consciência de Deus. Ele não
se importa de ser miserável materialmente.
Ele está satisfeito: “Krsna me deu esta posição”.
Ele não tem interesse em saber, nem se pergunta
“porque eu sou materialmente miserável?”. Ao
contrário, ele pensa, “agora eu estou recebendo
um pouco de comida pela misericórdia de Krsna”.
Há algum tempo
atrás, não muito, cerca de duzentos
ou trezentos anos, havia um grande zamindar em Krsnanagara
chamado Raja Krsnacandra. Ele se aproximou de um erudito,
um brahmana pandita, que havia aceitado voluntariamente
viver em pobreza, e perguntou a ele: “Panditji, será
que eu posso lhe ajudar de alguma maneira?”.
O pandita tranquilamente
respondeu, “Eu não preciso de nenhuma ajuda
sua”.
“Mas eu vejo que o
senhor é muito miserável materialmente”.
“Não, eu não
sou. Meus estudantes me trazem arroz, e minha esposa
o cozinha enquanto eu colho algumas folhas de tamarindo.
E isto é muito bom. Eu não preciso de
nenhuma ajuda material”.
Esta é a herança
da Índia. Canakya Pandita foi o maior erudito
e maior político. Ele foi o primeiro ministro
do Imperador Candragupta Maharaja. Canakya Puri em
Nova Delhi recebe esse nome por causa de Canakya Pandita.
Ele vivia em um pequeno chalé, e não
aceitava nenhum salário. E tão logo
Maharaja Candragupta requisitou explicações
acerca de uma instrução que Canakya
havia lhe dado, Canakya abandonou o cargo de primeiro
ministro. Tal desapego é o padrão das
pessoas nascidas na Índia. Peguemos Vyasadeva,
por exemplo. Quem pode ser mais erudito que Vyasadeva?
Sua última contribuição foi o
Srimad-bhagavatam, e cada palavra desta obra, se você
estudá-la por centenas de anos, você
continuará tendo algo novo para aprender. Cada
palavra. Um intelectual excepcional, e vivia em um
pequeno chalé.
Essa é a verdadeira
cultura da Índia. Então eu expliquei
na reunião em Krsnanagara, “Depois de muitos
e muitos nascimentos, a pessoa tem a oportunidade
de nascer nesta terra sagrada de Bharatavarsha. Infelizmente,
vocês líderes estão, pelo uso
de seu poder, tornando as pessoas materialistas. Elas
receberam a oportunidade de terem acesso à
contribuição de grandes sábios,
rishis, a oportunidade de estudarem suas escrituras
e se tornarem seres humanos bem sucedidos, mas vocês
estão privando as pessoas dessa oportunidade
e jogando-as no meio de vida materialista. Isto é
violência. O que vocês entendem por não-violência?
Isto é violência”.
Há cerca de
vinte anos atrás eu estava pensando sobre isso.
Na verdade, pessoas estão sendo mortas não
apenas na Índia, mas no mundo todo por esses
líderes cegos. Eles não sabem como conduzir
as pessoas, como fazê-las felizes, como fazê-las
bem sucedidas na forma de vida humana.
Entenda Radha e Krsna
Narottama Dasa Thakura
cantou:
hari hari biphale
janama gonainu
manushya janama paiya
radha-krishna na bhajiya
janiya shuniya bisha khainu
“Meu querido Senhor
Krsna, eu simplesmente desperdicei meu tempo”. Sem
consciência de Krsna, nós estamos simplesmente
jogando nosso tempo fora. A forma de vida humana nos
dá grandes oportunidades, mas nossa atenção
é equivocadamente direcionada simplesmente
para os atos de comer, dormir, acasalar-se e defender-se.
E nosso verdadeiro interesse é deixado de lado.
Narottama Dasa Thakura resume bem isso. Hari hari
biphale janama gonainu: “minha vida passou em vão”.
A forma de vida humana
é especificamente destinada a entender Krsna,
Radha-Krsna. Se não Radha-Krsna, pelo menos
o Krsna da batalha de Kuruksetra. O Sr. M. C. Chatterji
era um grande amigo meu. Ele disse, “Swamiji, eu quero
o Krsna do campo de batalha de Kuruksetra, não
o de Vrndavana”. Tudo bem. Pelo menos aceite o Krsna
do campo de batalha de Kuruksetra. Mas aceite Krsna.
Se você não é afortunado o suficiente
para entender Radha-Krsna, ao menos tente entender
Arjuna-Krsna.
O mundo inteiro está
sofrendo essa violência. Falo isso para os homens
pensativos. As pessoas, sem a consciência de
Krsna, são cadáveres. Elas recebem esta
oportunidade, a forma de vida humana, e elas têm
de ser educadas de forma que entendam Krsna. Entendendo
Krsna, elas podem se tornar liberadas. Como é
afirmado aqui: mumukshavah. Mumukshavah significa
aqueles que desejam a liberação. Mas
os líderes e formadores de opinião não
sabem o que é liberação, o que
é transmigração da alma, o que
é a alma – nada. São um bando de patifes,
e mesmo assim estão liderando toda a população.
Eles não sabem o que é liberação.
A teoria de Darwin, o conceito corpóreo de
vida, antropologia – tudo isso continua na universidade.
Uma falsa teoria, sem nenhum significado.
Aqui é dito
mumukshavah, desejo de liberação. Mas
as pessoas definitivamente não sabem o que
é liberação. Elas estão
pensando em liberação em termos políticos.
Nós indianos nos tornamos livres do governo
inglês. Que tipo de liberação
nós conseguimos? Durante o regime inglês,
nós éramos livres para nos locomovermos,
livres para gastar o dinheiro deles. Agora você
é tão livre que não pode se locomover,
você não pode gastar seu dinheiro. É
essa a liberação que temos agora. Formalmente
não há nenhuma restrição
quanto a sair do país. Mas, como um sannyasi,
eu tive muita dificuldade para obter permissão
do governo para sair do país.
Grandes dificuldades
eu tive para sair deste país! E porque eu –
de uma maneira ou de outra, pela misericórdia
de Krsna – saí do país, eu pude espalhar
esse movimento da consciência de Krsna pelo
mundo. De outra forma, isto seria impossível.
Eu quis começar esse movimento na Índia,
mas eu não recebi nenhum encorajamento.
Eu me aproximei de
vários amigos: “Você tem quatro filhos.
Caridosamente me dê um de seus filhos. Eu quero
fazer dele um brahmana”.
“Mas Svamiji, o que
ele fará tornando-se um brahmana? Nós
temos que sobreviver”.
Percebem? As pessoas
se esqueceram qual é o objetivo da vida, qual
é a razão da vida. Caitanya Mahaprabhu
disse:
bharata-bhumite haila
manushya-janma yara
janma sarthaka kari’ kara para-upakara
“Todos que nasceram
na terra de Bharatavarsha devem tornar suas vidas
bem sucedidas” [Chaitanya-charitamrita, Adi-lila 9.41].
Porque aqui nós realmente temos a oportunidade
de sermos liberados. Em Bharatavarsha nós temos
informações acerca da liberação.
Não há tal informação
em nenhum outro país. A assim-chamada liberação
deles significa liberdade política. Lutar entre
si – isto não é liberação.
Liberação significa sair do ciclo de
nascimentos e mortes. Isto é liberação.
Mas as pessoas não fazem idéia do que
seja liberação, ou para onde vão
após liberadas. Parece haver um bloqueio para
se aceitar tal conhecimento.
Por isso é
muito difícil para as pessoas entenderem a
afirmação do Srimad-Bhagavatam, como
neste verso: mumukshavo ghora-rupan hitva bhuta-patin
atha. As pessoas não entendem. Elas estão
tão desencaminhadas, tiveram uma formação
tão ruim, que não conseguem entender.
Mas a terra de Bharatavarsha
tem por objetivo fornecer a liberação.
Em outras terras, as pessoas nascem e não têm
nenhuma informação sobre liberação.
Aqui, nesta terra, Bharatavarsha, existe a idéia
de liberação, mukti. Nós deveríamos
ter interesse pela liberação. Nossa
condição dentro desta prisão
material é a de que estamos transmigrando de
um corpo para outro, sempre tentando aprimorar nossa
condição material. Algumas vezes nós
vamos para planetas superiores, e algumas vezes nós
descemos.
O Escuro Mundo Material
E assim continuamos
a levar a mesma vida. Mas a forma de vida humana tem
por objetivo sair da escuridão do mundo material.
Tamasi ma jyotir gama. Esta é a sugestão
védica: “Não permaneça na escuridão”.
Este mundo é escuro, como experimentamos durante
a noite, antes do sol nascer. E ele é escuro
devido à ignorância. Nós não
sabemos o objetivo da vida. Por isso o mundo inteiro
está na escuridão. E a sugestão
dos vedas é “Não permaneça na
escuridão. Venha para a luz”. Mas essa educação
– de como sair da escuridão da ignorância
e da escuridão deste mundo material – está
escassa.
Aqui é mencionado:
narayana-kalah shanta bhajanti hy anasuyavah. Asuya
significa invejoso. Quando apresentamos Krsna, especialmente
na Índia, as pessoas O invejam às vezes.
Mas fora da Índia, as pessoas reagiram de forma
diferente. Eu apresentei perante elas que “Krsna é
a Suprema Personalidade de Deus. Você está
procurando por Deus. Aqui está Deus. Aqui está
o nome de Deus, aqui está o endereço
de Deus, aqui estão as atividades de Deus.
Tente entender Deus. Por que vocês estão
especulando?”, e eles aceitaram. Eles não são
asuyana. Eles não são invejosos.
Aqui, se eu apresento
Krsna, a pessoa talvez diga, “Por que não Kali?
Ah, Kali é tão viva. Ela tem uma língua
enorme. Ela carrega uma espada em sua mão,
cortando cabeças. Isto é tão
legal. E nós podemos comer cabras”. Percebem?
Kali-puja é mesmo para comedores de carne.
Agora é a temporada de Kali-puja. Kali-puja
está aí porque os shastras Védicos,
as escrituras, são tão bem escritos,
que todos, do mais baixo tolo ao homem mais inteligente,
são elevados. Esse é o propósito.
Todas as categorias de homens estão ali. Alguns
são influenciados pelo modo da bondade, alguns
são influenciados pelo modo da paixão,
alguns são influenciados pelo modo da ignorância.
E os Vedas se destinam a todos os seres humanos.
Há diferentes
tipos de seres humanos; por tanto há diferentes
tipos de shastras para que todos os tipos de homens
sejam atraídos, inclusive os comedores de carne.
A entidade viva vem para o mundo material para desfrutar,
para satisfazer os sentidos materiais. Tal desfrute
se refere especialmente a comer carne, beber vinho
e fazer sexo. Assim os Vedas regulam o assim-chamado
desfrute. “Você quer comer carne? Certo, então
sacrifique uma cabra perante a deusa Kali e a adore
no amavasya, a noite da lua negra”. Há muitas
regulações envolvidas. O verdadeiro
objetivo é restringir. Mas se fosse falado
diretamente, “Não coma carne”, os comedores
de carne iriam se rebelar.
Assim, as escrituras
Védicas trazem várias prescrições
para que diferentes semideuses sejam adorados. De
outra forma, não há necessidade de adorá-los.
Isto é explicado no Bhagavad-gita (7.20). Kamais
tais tair hrita-jnanah prapadyante ’nya-devatah: Aqueles
que estão adorando os semideuses se tornaram
cegos; eles perderam seus sentidos. Hrita-jnana: O
verdadeiro conhecimento é perdido. Assim, eles
ficam atrás dos favores de vários semideuses.
Eu não estou inventando este ponto. Krsna pessoalmente
diz kamais tais tair hrita-jnanah prapadyante ’nya-devatah:
não há nenhuma necessidade de se adorar
qualquer semideus.
Esta é a moral
do festival de Govardhana-puja. Nanda Maharaja, o
pai de Krsna, estava fazendo os arranjos para a adoração
de Indra. Krsna o deteve, e Ele ocupou Seu pai na
adoração a Govardhana, que é
uma representação de Krsna. Esse é
o significado do Govardhana-puja.
Nós conseguimos
diferentes tipos de prazeres sensoriais em diferentes
corpos. Mas isto não é um bom negócio.
Às vezes eu me torno um semideus, e às
vezes eu me torno uma árvore de eucalipto,
de pé por trezentos anos. Por que deveríamos
desperdiçar nosso tempo desta maneira? Fazer
esta pergunta é sinal de inteligência.
Mas as pessoas não sabem que são americanos
“desta vez”. “Eu tenho meu arranha-céu e um
automóvel e tenho também um excelente
saldo bancário. Eu sou muito feliz”. Eles não
se importam. Mas a pessoa não sabe que na próxima
vida ela talvez se torne um gato ou um cachorro. Isso
eles não sabem. Este é o perigo.
Um Movimento Científico
Esta ciência
não é ensinada em nenhuma universidade.
As pessoas são grandes patifes e tolos. Esta
é uma grandiosa ciência – transmigração
da alma, imortalidade da alma, como elevar a alma
até a mais alta perfeição. Os
patifes não sabem. Nem estão aprendendo
isso. Estamos vivendo um momento muito desafortunado.
Há uma grande
necessidade, então, de espalhar o movimento
da consciência de Krsna para educar de verdade
o ser humano para que ele possa alcançar a
mais elevada perfeição da vida. Isto
é necessário. Não se trata de
um sistema religioso, competindo com alguma outra
religião. Nós somos criticados por transformar
Cristãos em Hindus. Isto não faz nenhum
sentido. Nós não temos preocupações
em termos de Hindus, Muçulmanos ou Cristãos.
Meus discípulos são garotos educados;
eles não têm interesse em se tornarem
Hindus. Muitas pessoas antes de mim, muitos svamis,
foram para o ocidente para converter Cristãos
em Hindus. Mas os ocidentais cuspiram em suas caras.
Esses svamis não tiveram sucesso porque ficaram
falando coisas sem sentido. Por que deveria um Cristão
se tornar Hindu, ou um Hindu se tornar Cristão?
As pessoas devem saber o que é Deus e qual
sua relação com Deus. Este movimento
da consciência de Krsna não é
para transformar Hindus em Muçulmanos ou Muçulmanos
em Hindus ou Cristãos em Hindus. Nosso movimento
não é tal movimento. Estes jovens rapazes
e moças ocidentais entenderam isto claramente.
Por isso estão seguindo. Estão aceitando.
Se eu tivesse pregando que o Hinduísmo é
melhor que o Cristianismo, eles já teriam me
despachado há muito tempo. A consciência
de Krsna é uma ciência; é uma
filosofia.
Há uma grande
necessidade de educar as pessoas em relação
ao objetivo da vida. Esta é a missão
de Caitanya Mahaprabhu. Ele estava se dirigindo aos
seres humanos, àqueles que são de fato
seres humanos, não a gatos e cachorros. Ele
disse, “Estudem a contribuição dos grandes
sábios e façam de suas vidas um grande
sucesso. E, então, saiam por aí e preguem
esta missão”. Essa missão continua,
agora sob a alcunha de movimento para a consciência
de Krsna. Não se trata de um movimento sentimental.
É um movimento científico.
Assim nós restringimos
nossos estudantes da adoração de qualquer
semideus. Quando eu comecei esta missão, muitos
amigos me sugeriram, “Por que você não
a chama de ‘consciência de Deus’?”, mas eu insisti
que fosse “consciência de Krsna”. De outra forma,
as pessoas incluiriam vários deuses. “Aqui
está outro deus, aqui está outro deus,
aqui está outro deus, aqui está outro
deus, aqui está outra encarnação,
aqui está outro avatar”. Tudo conversa fiada.
Eu quis destacar aquele que é de fato Deus.
Krishnas tu bhagavan svayam: “Krsna é a Suprema
Personalidade de Deus”. [Srimad-Bhagavatam 1.3.28].
Ou como é trazido no verso de hoje: narayana-kalah
shantah. Deve-se adorar unicamente a Krsna e a Suas
expansões plenárias.
Tentem entender a
nossa missão. Aqui está declarado que
devemos aceitar a Suprema Personalidade de Deus. Krsna
também diz, sarva-dharman parityajya mam ekam
sharanam vraja: “Renda-se unicamente a mim. Então
você será salvo”. [Bhagavad-gita 18.66].
Nós não
sugerimos: “Adore Kali ou Siva ou qualquer outro –
é tudo a mesma coisa. Yata mata tata patha”.
Nós não falaríamos tamanho disparate.
Nós apenas dizemos: “Aproxime-se de Krsna,
e vocês será salvo”
Tradução por Bhagavan dasa
(DVS)
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